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Canhota indica

28 out

Olá!

 

Acho que deveria ter intitulado o post de “soraia indica”, mas estou entendendo que as meninas concordam comigo. Se não, sempre podemos editar os posts..

 

Nem tudo que é postado é muito bom, mas tenho tido acesso a alguns textos bem interessantes, principalmente sobre direitos reprodutivos,  através do Facebook das Católicas pelo Direito de Decidir. A organização tem um site, mas como muita gente tem Facebook e acessa diariamente, acho que fica mais fácil acompanhar por ali.

 

Nas informações no Facebook, além de endereço e contato, tem a seguinte descrição:

Católicas pelo Direito de Decidir, fundada no Brasil em 8 de março de 1993, é uma organização não governamental feminista. Busca a justiça social, o diálogo inter-religioso e a mudança dos padrões culturais e religiosos que cerceiam a autonomia e a liberdade das mulheres, especialmente no exercício da sexualidade e da reprodução.

Missão – Promover a mudança de padrões culturais e religiosos, afirmando os direitos sexuais e reprodutivos como Direitos Humanos, para garantir a autonomia e a liberdade das mulheres e a construção de relações igualitárias entre as pessoas.

Visão – Ser referência, para toda a sociedade brasileira, de uma corrente de pensamento ético-teológico feminista pelo direito de decidir.

Objetivos

• Sensibilizar e envolver a sociedade civil, principalmente os grupos que trabalham com serviços de saúde sexual e reprodutiva, educação, direitos humanos, meios de comunicação e legisladores sobre a necessidade de mudanças dos padrões culturais vigentes em nossa sociedade.

• Ampliar a reflexão ético/religiosa em um perspectiva ecumênica. Desenvolver diálogos públicos, tanto na sociedade como nas Igrejas, a respeito dos temas relacionados com a sexualidade, a reprodução humana e a religião.

• Influenciar na sociedade para que reconheça o direito que tem as mulheres a uma maternidade livre e voluntária, com o objetivo de diminuir a incidência do aborto e a mortalidade materna.

• Aprofundar o debate em relação à interrupção voluntária da gravidez, ampliando a discussão em seus aspectos éticos, médicos e legais e lutar pela descriminalização e legalização do aborto.

• Exigir do Estado o cumprimento dos compromissos assumidos nas Conferências Mundiais organizadas pelas Nações Unidas no Cairo (1994) e em Beijing (1995).

• A implementação de programas de educação sexual, nas perspectiva dos direitos sexuais e reprodutivos.

• A implementação de leis, políticas públicas e serviços de saúde, acessíveis a todas as mulheres, especialmente às mulheres pobres, para o efetivo gozo de sua saúde sexual e reprodutiva.

 

Se interessar, fica a dica 🙂

 

 

Feministas lançam plataforma pela legalização do aborto

29 set

originalmente publicado em: Brasil de Fato

Lançamento marca dia internacional de luta pela legalização do aborto

28/09/2010

Jorge Américo
Radioagência NP


Organizações feministas de diversos estados brasileiros reuniram-se em torno de uma plataforma de defesa da legalização do aborto a ser lançada nesta terça-feira (28), dia internacional de luta pela legalização do aborto. Em São Paulo, o ato de lançamento ocorre na Praça do Patriarca. A integrante da Marcha Mundial das Mulheres, Sônia Coelho, explica que o objetivo é retomar o debate.

“Queremos neste dia 28 de setembro lançar essa plataforma para fazer o debate do que é a realidade do aborto clandestino no Brasil e do significa as mulheres, na nossa sociedade, não terem o direito de decidir sobre sua vida e a maternidade.”

Todos os anos ocorrem 42 milhões de abortos no mundo. A estimativa brasileira é de mais de 1.25 milhões de casos. As complicações dessa prática já representam a terceira causa da morte materna no país. Sônia Coelho defende que os convênios do Sistema Único de Saúde (SUS) sejam revistos.

“Muitas vezes essas instituições religiosas acabam impondo os seus valores, os seus princípios. No caso da saúde da mulher, nós queremos que todas as mulheres possam ter acesso a todos os métodos anticonceptivos. Muitas vezes as mulheres são prejudicadas porque esses setores não concordam com o uso da camisinha, não concordam com a contracepção de emergência. Então acabam cerceando o direito das mulheres de poder utilizar os serviços do SUS.”

Em maio de 2010, a Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) que concede ajuda financeira às mulheres vítimas de estupro que não realizarem aborto.

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